Andre Rienzo é chamado pelo White Sox e se torna o segundo brasileiro na MLB

http://extratime.uol.com.br/andre-rienzo-e-chamado-pelo-white-sox-e-se-torna-o-segundo-brasileiro-na-mlb/

O Brasil enfim tem o seu segundo jogador nas grandes ligas. Segundo apurado pelo ExtraTime, o Chicago White Sox convocou o arremessador Andre Rienzo para fazer parte da equipe nesta segunda (29). O clube havia acabado de trocar o lesionado reliever Jesse Crain para o Tampa Bay Rays, mas o brasileiro deve ocupar a vaga no elenco de Jake Peavy, abridor cujo nome é envolvido em diversas especulações nos últimos dias de mercado aberto na liga.

Rienzo começou mal a temporada com o Charlotte Knights, afiliado dos White Sox no nível Triple-A. Só que o arremessador chamou bastante a atenção nos últimos meses. Ele foi destaque em julho, quando venceu três dos quatro jogos em que lançou, terminou com ERA de 1,59 e arremessou um no-hitter no dia 25, contra o Indianapolis Indians.

No momento, o brasileiro lidera a International League em strikeouts, com 113 em 113 entradas arremessadas. Ele tem oito vitórias e seis derrotas em 20 partidas iniciadas, incluindo três jogos completos. Rienzo tem ERA de 4,06 e 1,33 de WHIP (soma de rebatidas e walks por entrada arremessada).

Além das ótimas atuações em julho, Rienzo participou do Futures Game, um jogo que reúne as principais promessas de cada equipe durante o All-Star Game da MLB. O brasileiro arremessou uma entrada e não cedeu nenhuma base, além de conseguir um strikeout.

Andre passa a ser o segundo brasileiro na liga. O primeiro foi Yan Gomes, que fez sua estreia com o Toronto Blue Jays em 17 de maio de 2013 e atualmente joga pelo Cleveland Indians. Ironicamente, a estreia de Rienzo será contra os Indians de Gomes já nesta terça (30), em Cleveland.

Minas Gerais recebe de 29 de agosto a 1º de setembro a programação do Mimo

Sem dúvida um dos mais distintos festivais musicais do país, a Mostra Internacional de Música – Mimo chega à sua 10ª edição com ambicioso objetivo em vista: transformar o Brasil num polo aglutinador de destaques da música mundial, sem a obrigação de ancorar sua grade de atração em medalhões tradicionais, como os do jazz norte-americano – e sem esnobá-los. O evento, que prima por bancar outros nomes de peso (os cubanos do Buena Vista Social Club, o baixista camaronês Richard Bona, o minimalista americano Philip Glass, os franco-argentinos do Gotan Project), este ano será realizado nas cidades históricas de Ouro Preto (MG), Olinda (PE) e Paraty (RJ), entre 23 de agosto e 8 de setembro. Como sempre, brasileiros também marcarão presença.

“Por causa do concerto de estreia da primeira edição do Mimo, com o pianista Nelson Freire numa igreja em Olinda, fiquei até com dor de estômago. Quando cheguei na porta, quase chorei de emoção. Eram 2 mil pessoas querendo entrar. Não estávamos nem preparados para tudo isso. A experiência que tenho contradiz tudo o que a gente ouve falar sobre o público. Estamos sempre administrando excesso de público. Existe muita gente interessada, o que falta são espaços e política que favoreça o acesso a essa música”, afirma a produtora cultural Lu Araújo, idealizadora e diretora-geral do Mimo.

Dos 40 concertos desta edição, 12 serão em Ouro Preto, com palcos montados não apenas na Praça Tiradentes e na Casa da Ópera, mas também no interior da Basílica do Pilar e da Igreja de São Francisco de Assis. A programação da cidade mineira ainda está sendo fechada, mas já foram confirmados os nomes do tecladista Tareq al Nasser e grupo Rum (Jordânia), o multi-instrumentista Stephan Micus (Alemanha), o saxofonista Guillaume Perret & Eletric Epic (França), o trompetista Ibrahim Maalouf (França), Madredeus (Portugal) e, representando o Brasil, Gilberto Gil, que será acompanhado pela Orquestra de Sopros da Pro Arte.

Todos os shows nas três cidades serão gratuitos, o mesmo valendo para o restante da programação, que inclui ainda palestras com os artistas, exposição sobre os 10 anos do evento e etapa educativa que contemplará também Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Deixando o Recife e João Pessoa de fora nesta edição, o Mimo começará por Paraty (de 23 a 25 de agosto), que abrigará parte da programação pela primeira vez, e depois passará por Ouro Preto (29 de agosto a 1º de setembro) e Olinda (de 2 a 8 de setembro).

As cidades terão shows únicos, como é o caso de Paraty, que receberá o pianista norte-americano Herbie Hancock, peso-pesado do jazz que mostrará trabalho, no mínimo, diferente. Dia 23, ele tocará ao ar livre com os jovens Flying Lotus (produtor especializado em música eletrônica e rapper) e Thundercat (pseudônimo do eclético baixista Stephen Bruner), o baterista Vinnie Colaiuta (craque que acompanha Hancock há anos) e Zakir Hussain, indiano que, desde os anos 1970, é o nome maior da tabla (instrumento de percussão típico).

RENOVAÇÃO

No caso da programação de Ouro Preto, chama a atenção a presença de dois artistas de origem árabe, ambos dedicados a renovar a música de sua região, ainda hoje marcada por tradicionalismo e estereótipos. De um lado, o jordaniano Tareq al Nasser (dia 31, na Casa da Ópera), que tem experiência com trilhas sonoras e aposta na fusão de instrumentos e gêneros de seu país e do Ocidente, acompanhado por orquestra de 20 integrantes. Do outro, o libanês Ibrahim Maalouf (dia 29, na Praça Tiradentes), que traz o molho árabe para o trompete, posicionando-o de forma moderna no jazz.

“Uma das nossas maiores conquistas é fazer com que o público do Mimo tenha a mesma curiosidade pela música que eu tenho. Os concertos estão sempre lotados”, comemora Lu Araújo, uma das responsáveis pela escolha dos artistas que virão para o evento. Outro nome que também chamou a sua atenção foi o de Stephan Micus, que trabalha apenas com instrumentos étnicos. “Ele entra numa cultura, procura o que é forte e esteja em extinção, aprende a tocar o instrumento em questão e depois funde isso a outras referências”. Ele tocará na Basílica do Pilar na abertura do Mimo, dia 29.

Ela também destaca a vinda do saxofonista francês Guillaume Perret, autor de som bastante particular, que se apresentará dia 29, na Praça Tiradentes. “Ele faz um som bastante diferente. Meio rock and roll, mas instrumental e com o seu saxofone”, conta a produtora. Será a estreia do artista no Brasil. Segundo Lu, a escolha dos nomes desta edição do Mimo reflete sua preocupação em manter o evento sintonizado ao que mais desperta interesse atualmente em termos de música, independentemente de onde venha. Para o ano que vem, adianta, já há três grandes atrações confirmadas.

NA REDE

Aspirando não ficar restrito às datas dos shows, o Mimo prepara este ano série de ações para manter em alta o interesse do público pelo música que promove. O portal do evento na internet (www.mimo.art.br) passa a ter conteúdos de música, patrimônio histórico e cinema, além de informações sobre o festival e a cobertura da programação em tempo real.

A webradio própria, por sua vez, terá playlists de artistas de diversas partes do mundo. Há, ainda, aplicativos sobre as cidades históricas (que servirão de guias turísticos), ciclos de palestras, exposição de fotos sobre os 10 anos do festival e programas educativos em seis cidades.
Três perguntas para…

Tareq al Nasser, músico e compositor

Sua música tem elementos ancestrais e modernos, orientais e ocidentais. Como você faz essa fusão e quais são os limites?
Há algo chamado música global, que ainda não foi definido, e há elementos estéticos quando são usados vários tipos de música. Isso é o que me faz sentir que não há limites, que a música tornou-se conectada à humanidade e à história. Essa coisa de “sem limite” encoraja e dá mais espaço e visão. Falamos em fusão, mas não podemos ignorar a originalidade, já que ninguém pode mudar isso. Quando a fusão é feita entre duas culturas diferentes, há limites e eles previnem qualquer violação de originalidade, uma vez que nenhuma cultura pode ofuscar o outra. Fusão acrescenta mais beleza à música, onde quer que ocorra.

Algumas de suas composições foram originalmente escritas para a TV. Escrever para a TV é diferente de escrever para o grupo Rum?
Música absoluta é diferente de música de estúdio, uma vez que a segunda é uma ciência em si. A música absoluta se beneficiou da música de estúdio, mas isso me afetou pessoalmente. Houve efeitos positivos e negativos, mas prefiro ver os efeitos positivos, pois me fizeram experimentar diferentes mundos musicais. No meu caso, não há muita diferença entre elas, pois ambas são originadas no fundo do coração, apesar de os instrumentos utilizados em ambas serem diferentes. A música de estúdio me deu oportunidade de descobrir tipos diferentes de instrumentos, mas não métodos musicais.

Além de você, quem são os artistas que estão renovando a música árabe hoje?
Há muitos artistas tentando renovar a música árabe, mas não tenho certeza sobre o resultado. Estamos no caminho para essa renovação e alguns artistas têm feito grandes progressos. Muitos fizeram tentativas bem-sucedidas, como Ziad Rahbani, filho da famosa cantora libanesa Fairuz. Ele nos levou na direção da renovação da música árabe e foi influenciado pelo jazz e jazz latino. Eu o tenho em alta estima. Omar Khairat, compositor egípcio, introduziu a música árabe para nós e ela ainda preserva sua autenticidade, espírito e aspectos orientais. Renovar a música árabe é importante para renovar nossas almas.

Ibrahim Maalouf

Biografia

Ibrahim nasceu numa família de intelectuais e de artistas : filho do trompetista Nassim Maalouf e da pianista Nada Maalouf, sobrinho do escritor Amin Maalouf e neto de Rushdi Maalouf, jornalista, poeta e musicólogo. Ibrahim Maalouf é o único trompetista no mundo a tocar música árabe com um trompete de quarto de tom, inventado por seu pai, nos anos 60. Ibrahim foi também premiado nos maiores concursos de trompete clássico do mundo. Em julho de 2010, ele recebeu a Vitória da Revelação Instrumental do ano (prêmio Franck Ténot) nas Vitórias do Jazz em Juan-les-Pins (França).

Seu começo

Sua família foge do Líbano en plena guerra civil e Ibrahim cresce num subúrbio de Paris com seus pais e sua irmã mais velha de dois anos. Ele continua seus estudos até os 17 anos e obtêm o “baccalauréat” geral científico (especializado em matemáticas) no liceu Geoffroy-Saint-Hilaire de Etampes (França) Ele comença a tocar trompete aos 7 anos de idade com seu pai Nassim Maalouf, antigo aluno de Maurice André no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris. Seu pai lhe ensina também a técnica clássica, o repertório barroco, clássico, moderno, contemporâneo e também a música árabe clássica e a arte da improvisação e dos modes árabes. Seu pai inventou o trompete microtonal, também conhecido como trompete de quarto de tom, que permite tocar maqâms árabes com trompete. Ibrahim tem uma outra particularidade: ele començou a tocar trompete muito jovem. Desde a idade de 9 anos, ele acompanha o pai num duo na Europa e no Oriente Médio, com um repertório barroco: Vivaldi, Purcell, Albinoni etc… É assim que ele descobre o público e que o público descobre ele lentamente. Aos 15 anos, Ibrahim é descoberto pelos profissionais quando, num concerto, com uma orquestra de câmara, ele interpreta o Segundo Concerto de Brandeburgo de Bach, considerado por numerosos trompetistas como a obra mais difícil do repertório clássico do trompete. Alguns anos mais tarde, Ibrahim encontra Maurice André que o encoraja a tornar-se um músico profissional. Ibrahim decide então abandonar seus estudos científicos para dedicar-se totalmente à música.
Percurso clássico

Depois de um concurso, Ibrahim entra no Conservatório Regional de Paris (CNR de Paris Conservatoire à Rayonnement Régional) para um curso de dois anos. Depois de um outro concurso, ele entra no Conservatório nacional superior de música e dança de Paris (CNSM de Paris Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris), na sala de Antoine Curé, para seguir um curso de três anos. Ele recebe os diplomas destes estabelecimentos reputados, considerados como os mais ambiciosos na área da música clássica, mas ao mesmo tempo, durante estes cinco anos de estudos, Ibrahim se apresenta em concursos nacionais e internacionais de trompete, com a vontade de descobrir o máximo dos repertórios de trompete e de desenvolver a têcnica.

Entre 1999 e 2003, Ibrahim é premiado em 15 concursos no mundo inteiro. Os prêmios mais prestigiosos que ele recebe são o primeiro prêmio do concurso internacional de trompete da Hungria em Pilisvörösvár em 2001, o primeiro prêmio do National Trumpet Competition (Washington DC) 2001 e, evidentemente, o segundo prêmio ex æquo do concurso internacional da cidade de Paris Maurice-André em 2003, considerado como um dos dois mais difícis do mundo. A fundação Cziffra e a fundação Pro-Europa, patrocinada pelo príncipe da Dinamarca, o apoiaram muito no início de sua carreira clássica internacional. Desde 2006, Ibrahim é professor de trompete no CNR de Aubervilliers-La Courneuve. Ele sucede ao grande pedagogo André Presles. Ele é regularmente convidado para dar master classes e recitais, na França e no estrangeiro, particularmente nos Estados-Unidos onde ele é ligado à Universidade Estadual do Kansas. Ele é também frequentemente convidado para representar a França durante a conferênça do ITG (Iternational Trumpet Guild) que reúne todo ano os trompetistas do mundo inteiro para concertos e master classes. Ibrahim também compõe para diversas orquestras clássicas. Uma de suas principais obras para trompete e orquestra foi criada no Printemps de Bourges et na catedral de Bruxelas.
Encontros e colaborações

Ibrahim nunca abandonou o trompete árabe. Mesmo com os concursos ocupando a maioria de seu tempo, ele continua se dedicando a outros aspectos da música : a improvisação e a composição à través do jazz e da música árabe. Durante seus estudos no CNSM de Paris, Ibrahim segue muitas aulas de jazz, além das aulas de trompete clássico. Autodidata, ele se formou em jazz principalmente e com experiência em Big Band ou participando de várias bandas. Ele toca regularmente em clubes parisienses, mas muda muito de banda, procurando o som que lhe interessa.

No ano 2000, Ibrahim conhece o produtor Marc-Antoine Moreau, que lhe apresenta o violoncelista Vincent Ségal. É o início de uma longa séria de encontros : Amadou & Mariam, Matthieu Chedid, Lhasa de Sela, Angel Parra, Jeanne Cherhal, Arthur H, Marcel Khalifé…Ibrahim se produz entre os anos 2000 e 2007 com vários cantores e músicos famosos no mundo inteiro e continua descobrindo a profissão procurando ao mesmo tempo seu próprio som. Sua última grande colaboração aconteceu com seu amigo o cantor francês Vincent Delerm, que lhe pediu de acompanhar-lhe na turnê do álbum Les Piqûres d’araignées, que se terminou em junho de 2007. Em novembro de 2008, Ibrahim faz parte da ópera “Wellcome to the voice” composta por Steve Nieve (tecladista de Elvis Costello) e dirigido por Muriel Teodori no Teatro do Chatelet (Paris, França). Ibrahim encontra no palco Elvis Costello, Silvia Schwartz, e o papel principal foi interpretado pelo Sting, que o descobriu e pediu para que ele tocasse numa música do seu próximo álbum, previsto para o final de Outubro de 2009. Ibrahim volta na turnê de Vincent Delerm (em janeiro de 2009) numa versão reduzida onde ele toca piano, wurlitzer, vibrafone, teclado, bateria e trompete, até acabar seu segundo álbum que está previsto para o final do Outono de 2009.
Música

Ibrahim compõe desde pequeno. Ele apresenta suas obras pela primeira vez somente em 1999. Seu primeiro grupo, « Farah » tinha uma tonalidade Jazz oriental bem acentuada, devido ao fato que era composta de um saxofone, um ney, uma flauta transversal, um piano, um contrabaixo, um violão, um bouzouki e de instrumentos árabes de percussão. Uma gravação ao vivo desta banda foi mostrada em canais musicais entre 2004 e 2005. A banda fez algumas tentativas em estúdio, mais não gravou nenhum álbum. Em 2004, Ibrahim conheceu Lhasa de Sela que lhe abre as portas do mundo do Electro. Colaborando com vários artistas de música pop e rock, ele descobre novos estilos, diferentes do jazz, da música clássica ou árabe. Pouco à pouco, Ibrahim cria suas composições com uma tonalidade mais atualizada. En 2006, após numerosas tentativas musicais, ele conheceu Alejandra Norambuena Skira, (do fundo de ação da SACEM) que lhe apresenta o produtor Jean-Louis Perrier. É ele que ajudou Ibrahim a constituir uma banda, que estreou no dia 12 de fevereiro de 2006 no New Mornig em Paris, numa performance que colocou ele definitivamente na cena francesa do Jazz Electro Oriental Rock. Sua música e seu jeito de tocar trompete são muito inspirados de sua cultura de origem : a cultura árabe, mas a instrumentalização por volta dele (baixo, guitarra elétrica, bataria, instrumentos árabes de percussão e vibrafone) e a escolha dos músicos tocando com ele lhe dão uma tonalidade um pouco rock, um pouco electro, um pouco Jazz-Funk e mais contemporânea. Seus concertos estão geralmente elaborados com músicas vivas, que dão vontade de dansar. Mas sempre tem uma parte mais meditativa no concerto, mais mística que ele costuma chamar de “oração coletiva universal”. Ibrahim é muito inspirado por sua cultura de origem : a cultura árabe, e este asunto foi tratado no filme documentário Souffle ! realizado entre 2005 e 2006 por Christophe Trahand e produzido por Cocottes Minutes. Durante alguns meses, Christophe Trahand seguiu Ibrahim à procura de inspiração e falando também de sua relação com o país de origem e da distância que lhe separam. O filme documentário muito poético foi mostrado na rede TV5 Monde e está disponível em DVD na coleção Docnet films.
Primeiro álbum solo

• 2007, 15 octobre : Diasporas, 1 CD Mis’Ter Productions. Lista das m4usicas : 1. Intro — 2. Diaspora — 3. Improvisation kanoun — 4. Hashish — 5. Missin’ Ya (Night in Tunisia) — 6. Improvisation oud — 7. Shadows — 8. Verdict — 9. Last wishes — 10. Improvisation trumpet (bonus) — 11. 1925, com Vincent Ségal (bonus)

Após ter gravado álbuns com muitos artistas, Ibrahim lança um premeiro álbum em outubro de 2007. Produzido, composto e realizado com a ajuda de François Lalonde (percussionista e co-realizador do último álbum de Lhassa de Sela) e de Alex MacMahon (electro), ambos originários da cidade de Montreal (Canadá). Ele grava a maioria das músicas em Beirute e Montreal, acaba a gravação e faz a mixagem em Paris. O álbum é masterizado em Nova Iorque. Ibrahim considera o primeiro álbum um pouco como um livro. Ele não pode “escrever um livro” em uma hora e meia no palco mas ele pode “recitar poemas”. Ele vê uma grande diferença entre a música ao vivo e a música gravada. Ele trabalhou mas de 3 anos entre Paris, Beirute e Montreal, e mais de 30 músicos participaram da criação musical deste álbum. Lançado em Outubro de 2007, na editora discográfica “Mi’ster productions » o álbum recebe boas críticas. Todas as revistas generalistas ou especializadas, jornais nacionais, semanais e outras revistas de jazz, de rock, e de world music reconhecem o valor do álbum.
« Uma bela descoberta… uma elegância rara » (Jazz magazine) « um primeiro album impressionante » (JDD), « um virtuoso renovador deste instrumento » (les Inrockuptibles), « uma obra prima » (Mondomix), 4 estrela (Jazzman) e 3 chaves (Telerama).

Um sucesso de verdade que permite a este músico fora de norma ficar durante muitos meses entre os músicos de jazz mais vendidos na França.
Segundo álbum

Lançado no dia 26 de Outubro de 2009, DIACHRONISM é um álbum duplo. I.DISORIENTAL & II.PARADOXIDENTAL FEATURINGS: Adnan Jubran, -M-, Jacky Terrasson, e Lollibob (rapper US west coast inventado e interpretado com um certo sarcasmo por Ibrahim)
Featurings

Lista incompleta de álbuns com a participação de Ibrahim Maalouf :
Ehlikeyf-Kivilcim- (2012)
HaÏdouti Orkestar-Dogu-(2012)
Lulu Zerrad- Les Îles du désert- (2012)
Juliette Greco-Ça se traverse et c’est beau – (2012)
Kiran Ahluwalia-Aam Zameen- (2011)
Piers Faccini, My Wilderness- (2011)
Armand Amar, Hors la loi (B.O.F)- (2010)
Salif Keita, La Différence- (2009)
Armand Amar, Eden à l’Ouest (B.O.F)- (2009)
Armand Amar, HOME (B.O.F)- (2009)
Armand Amar, Le Concert (B.O.F) – (2009)
YOM -Unue- (2009)/
Sting -If on a winter’s night- (2009)/
Steve Shehan – Awalin- (2009)/
Smadj -Selin-(2009)/
Saule -Western- (2009)/
Vincent Delerm -Quinze Chansons- (2008)/
Abed Azrié -Mystic-(2008)/
Tryo -Ce Que l’on sème- (2008)/
Bumcello -Lychee Queen-(2008)/
Georges Moustaki -Solitaire- (2008)/
Vanessa Paradis -Divinidylle- (2007)/
Toufic Farrouk – Tootya- (2007)/
Vincent Delerm -Live Cigale- (2007)/
Vincent Delerm -Favourite Songs- (2007)/
Mamia Cherif -Double Vie-(2007)/
Vincent Delerm -Picqures d’arignées- (2006)/
Arthur H – Adieu Tristesse-(2005)/
Franck Monnet -Au grand Jour- (2004)/
Angel Parra -Chante Pablo Neruda-(2004)/
Jeanne Cherhal – Douze Fois Par An- (2004)/
Vincent Delerm -Kensigton Square- (2004)/
François Audrain -Chambres Lointaines-(2004)/
Amadou et Mariam – Dimanche à Bamako- (2004)/
Lhasa De Sela-The Living Road- (2003)/
Disiz La peste -Jeu de Société- (2003)/
Thomas Fersen -Piece Montée des Grands Jours- (2003)/
Las Ondas Marteles -Y Despues de Todo- (2003)/
Matthieu Chédid -Qui de Nous Deux- (2003)/
Amadou et Mariam -Wati- (2002)/
Dupain – Camina- (2002)/
upain – Camina- (2002)/

Documentário de Ken Burns

O maior documentário já feito sobre jazz
Posted on dezembro 9, 2006 by Elienai Araújo Padrão

Trata-se do grandioso e soberbo JAZZ, do genial documentarista Ken Burns. Tal empreitada consumiu 5 anos e a bagatela de 13 milhões de dólares. E tem a grife BBC. São 4 dvds que trazem toda, eu disse, TODA a história do jazz, desde a transição do século XIX para o XX, até quase os dias atuais. Sociologia musical, pode-se dizer que se trata. Apresenta, com fartura de imagens raríssimas, muita (claro!) música, biografias das grandes personalidades dessa que é a mais genuína forma de arte norte-americana, muito mais que um estilo musical. Além dos estilos, os conceitos técnicos, a ”filosofia” por trás do jazz. São quase 13 horas de um mergulho na história norte-americana, passando pelo ragtime, blues, pelo jazz mainstream. Tudo começou com os afro-americanos, teve a contribuição de gente de todo o mundo e hoje é tão complexo, mas tão complexo, que temos que falar em várias vertentes, mas todas sempre bebendo na fonte da liberdade, do aprimoramento musical, da genialidade individual e coletiva que faz do jazz algo que transcende muito os estereótipos que tentam limitá-lo a uma espécie de museu. Eis uma forma de arte única. O capítulo dedicado à Era do Jazz, os anos 20 do século passado, é espetacular. Ao mesmo tempo em que outras artes estavam a mil, a lei seca, os gângsteres, a literatura, o cinema, tudo isso é o pano de fundo em que transcorreu aquela época tão saudosa. Sim, eu tenho saudades de um tempo em que não vivi. E a trilha sonora, o jazz, o fabuloso jazz…

Estou nas nuvens! Nas férias, vou me deliciar ao ver os outros 3 dvds. E que estarão sempre à mão. Meu Papai Noel é fã de jazz!

http://www.baixakitorrent.com.br/2012/04/historia-do-jazz-jazz-2001.html

http://filmescomlegenda.tv/fcl/a-historia-do-jazz-jazz-2001/

Como Funciona a Temporada na MLB

http://www.blogdobeisebol.com/mlb/como-funciona-a-mlb/

Como Funciona a Temporada na MLB
Publicado por: Blog do Beisebol

A MLB ou Major League Baseball é a maior liga de beisebol do mundo. Ela é composta por 30 times (29 americanos e 1 canadense) divididos em duas sub-ligas: American League (Liga Americana) e National League (Liga Nacional), cada uma com 15 times. Essas duas sub-ligas são divididas em três divisões cada: Central, Leste e Oeste.

Times da Liga Americana

Times da Liga Nacional

A grande diferença entra as ligas é que enquanto na National League os pitchers também vão para o bastão em busca da rebatida, na American League existe o rebatedor designado que não participa do jogo nos turnos de defesa de seu time, ele apenas “troca” de lugar com o pitcher de sua equipe no ataque, sem que seja necessária ocorrer uma substituição. Caso ocorra um jogo entre times da National e da American, a regra é válida de acordo com o time mandante. Se a partida for no estádio de um time da Liga Americana, haverá o rebatedor designado, mas se for no estádio da Liga Nacional, os pitchers vão para a rebatida.

Temporada Regular
Em geral, a temporada regular da MLB tem duração de 7 meses (Abril-Outubro). Durante este período as equipes fazem 162 jogos (sim, é muito jogo!). A maior parte dessas partidas ocorre entre times da mesma liga (Nacional joga com Nacional e Americana com Americana), porém em algumas semanas da temporada ocorre o chamado “Período Interligas” em que se enfrentam equipes das duas ligas.

Classificação dos Times
Os times são classificados dentro de suas divisões. O critério adotado para classificar as equipes é o número de vitórias durante a temporada. O líder da divisão é o que tem mais Wins (vitórias) e ele se separa dos adversários por Games Back (número de jogos atrás). Para entender melhor, basta fazer um simples cálculo: cada vitória do time vale “0.5 ponto” e a cada derrota o time perde “0.5 ponto”. Assim a equipe fica um número total de pontos e para saber quantos Games Back está atrás do líder basta subtrair dos pontos do líder o número de pontos obtidos por este cálculo. Vamos exemplificar:

Na temporada de 2008, a classificação final da Divisão Leste da American League foi a seguinte:

Tampa Bay venceu 97 jogos, ou seja, marcou 48.5 pontos (97 x 0.5=48.5) e perdeu 65 jogos, perdendo assim 32.5 pontos (65 x 0.5= 32.5). Sua pontuação final é de 16 pontos (48.5 – 32.5 = 16).

Boston por sua vez venceu 95 jogos, marcando 47.5 pontos e perdeu 67 jogos, ou seja, 33.5 pontos. Sua pontuação final é de 14 pontos (47.5 – 33.5 = 14).

Assim, para descobrir o número de jogos atrás de Boston em relação a Tampa é só fazer a subtração 16 – 14 = 2 Games Back.

Wild Card
Se não for possí­vel a classificação em primeiro lugar de sua divisão, os times ainda tem uma chance para tentarem o título da MLB: o Wild Card. Ele consiste em conceder aos dois times de melhor campanha de cada liga, e que não foram os campeões de suas divisões, a classificação para os playoffs.

Pós Temporada
Após os times realizarem todos os seus jogos, começa a pós temporada. Classificam-se para ela dez times da MLB:

-Melhor time da Divisão Central da American League

-Melhor time da Divisão Leste da American League

-Melhor time da Divisão Oeste da American League

-2 Wild Cards da American League

-Melhor time da Divisão Central da National League

-Melhor time da Divisão Leste da National League

-Melhor time da Divisão Oeste da National League

-2 Wild Cards da National League

Começam então os Play-offs:

Wild Card Game

Os dois Wild Cards de cada liga jogam entre si numa única partida eliminatória. O time de melhor campanha recebe o mando de campo. Os dois vencedores avançam às séries de divisão de sua respectiva liga, enquanto os perdedores ficam de fora da disputa pela World Series.

Divisional Series

Os quatro confrontos são formados da seguinte maneira dentre os times classificados:

-Time com mais vitórias da AL x Wild Card vencedor da AL

-2º Time com mais vitórias da AL x 3º Time com mais vitórias da AL

-Time com mais vitórias da NL x Wild Card vencedor da NL

-2º Time com mais vitórias da NL x 3º Time com mais vitórias da NL

A série é jogada numa melhor de cinco partidas. As quatro equipes que saí­rem vitoriosas vão para a League Championship Series.

League Championship Series

São formados dois confrontos entre os dois vencedores de cada liga para ver quem são os campeões da American e da National League. A série é jogada numa melhor de sete partidas. Os vencedores sagram-se os melhores de suas respectivas ligas na temporada e vão para a tão sonhada World Series em busca do tí­tulo da MLB.

World Series

Na World Series, cada equipe defende sua liga em outra série melhor de sete jogos. Aquele que vencer quatro jogos primeiro consagra-se o campeão da temporada da MLB.

All Star Week
No meio da temporada regular ocorre o chamado “All Star Week”, ou seja a “Semana das Estrelas”, que é comum nos EUA e que consiste num período em que a Major League realiza eventos festivos (e que lhe rendem um bom lucro). A cada ano, uma cidade é escolhida como sede. Os principais eventos são:

– Home Run Derby: São selecionados quatro jogadores de cada liga (Americana e Nacional) que tenham potência no bastão e estejam com bom desempenho na temporada. Cada um deles leva consigo um “arremessador”, que lança bolas fáceis de serem rebatidas, com o intuíto de seu companheiro conseguir bater Home Runs. Depois de algumas rodadas, aquele que conseguir rebater o maior número de homers é o vencedor da disputa.

– All Star Game: A grande atração. São formados dois times: um que representa a AL e outro a NL. Os nove titulares são escolhidos por votação do público, que elege os jogadores que estejam sendo os melhores de suas posições na temporada (ou pelo menos, teoricamente, seria isso, mas muita gente vota em seus jogadores favoritos sem levar em conta seu real desempenho). É designado também um técnico, que deve pertencer a um time da liga que defende. Ele será encarregado de convocar os reservas e montar as estratégias da equipe. Um detalhe importante é que apesar de um jogo festivo, a liga que vencer a partida dá o direito de seu representante na World Series ter um mando de campo a mais que seu adversário.

Adicionei os comentários do blog pois achei muito interessantes:

Comentários 6565 Comentários para ” Como Funciona a Temporada na MLB “
Joao Vitor Salvetti
12 setembro 2011

Ahhh, vlw!

GO RED SOX!

Pedro
26 outubro 2011

Já conheço as regras basicas do baseball a um tempo, mas agora comecei a me interessar realmente pelo esporte.
Gostaria de tirar algumas duvidas que faltam, por exemplo:
a) gostaria de saber se há alguma rotação com as outras posições, como acontece com a de pitcher
b) quantos jogos em média faz um pitcher nos playoffs? Há rotação nos playoffs, ou o técnico pode coloca-lo para jogar todos os jogos? (mesmo isso sendo humanamente quase impossivel, é só uma dúvida)

obrigado
parabens pelo otimo blog

Blog do Beisebol
27 outubro 2011

Olá Pedro! Primeiramente, obrigado pela visita e pelo comentário!
Bom, quanto às suas dúvidas:
a) Raramente ocorre essa “rotação” com os rebatedores. O que pode acontecer é o técnico poupar o titular em algumas partidas, pois a temporada é longa e bem desgastante. Outro fator que pode influenciar é o pitcher adversário: se for canhoto, o técnico pode colocar um rebatedor destro e vice-versa.

b) Em média, um pitcher titular arremessa a cada 4 jogos. Isso varia de técnico para técnico, mas em média eles adotam uma rotação de 4 pitchers (ao invés de 5, como na temporada regular). O técnico, em teoria, pode sim colocar o mesmo pitcher para começar todos os jogos, mas como você disse, isso sobre-humano.

Grande abraço!

Tim Lincecum
27 outubro 2011

realmente é um otimo blog
parabens

gostaria de saber o que voces acham sobre o jogador tim lincecum
ele é o meu grande ídolo no esporte

como o Pedro, tenho duvidas tambem

o que acontece no caso de um time estar a uma derrota nos playoffs e o seu ace pitcher ter jogado o ultimo jogo?
ele aguentaria jogar o proximo jogo? (2 jogos seguidos)
as chances do time de vencer seriam maiores, pois ele é o ace

o que acontece?

Blog do Beisebol
28 outubro 2011

Bom, sobre o Lincecum, ele é realmente um dos pitchers mais talentosos da liga. Prova disso é que ele já ganhou 2 Cy Young Awards.

Quanto à dúvida: é praticamente impossível que um arremessador seja escalado para começar dois jogos seguidos. O máximo que pode acontecer é ele jogar uma partida e no jogo seguinte fazer parte do bullpen para arremessar 1 ou 2 entradas.

Tim Lincecum
4 novembro 2011

o pitcher escolhe o tipo de lançamento que ele fará ou ele decide junto com o catcher atraves de codigos?

conhece algum lugar aonde eu possa aprender ou praticar baseball no rio de janeiro?

valeuu!

Blog do Beisebol
4 novembro 2011

Olha Tim, geralmente os catchers fazem sinais e eles decidem juntos. Quando o pitcher é muito jovem e o catcher experiente, geralmente o catcher fica com o papel de “chamar” quais arremessos ele quer.

Quando a jogar no Rio, desculpa cara, mas não vou poder ajudar porque não sou dessa região :/

Abraço!

Tim Lincecum
23 novembro 2011

Como são escolhidos os números das camisas na MLB?
por exemplo, o tim lincecum usava o numero 14 na faculdade e usa o numero 55 na MLB
eu pesquisei e descobri que ele nao escolheu o numero pois ele foi sorteado para ele
é assim mesmo que funciona?
abraços!

Blog do Beisebol
24 novembro 2011

Confesso que essa história do Lincecum eu não conhecia.
Em geral, é o próprio jogador que escolhe qual número ele vai usar dentre as numerações disponíveis. Porém, os jogadores que já estavam no time antes ou os “medalhões” que chegam para a nova temporada acabam tendo prioridade para escolher os números que querem vestir. Daí os números que sobram no roster ficam para os novatos e aí eles escolhem. Pode até ocorrer o caso de um jogador chegar num novo time e pedir pro cara que usa o número trocar com ele. Alguns não se importam de trocar, já outros não aceitam. No caso do Lincecum, é bem possível que o número 14 já estivesse sendo utilizado por outro jogador, daí ele teve que escolher outro número. Mas sobre ser sorteado, isso eu não tenho conhecimento.
Abraço!

patricia
26 janeiro 2012

Oi, estou começando a gostar e entender agora o baseball,
queria um site onde posso baixar uns jogos antigos p/ pegar melhor as regras do jogo

Blog do Beisebol
26 janeiro 2012

Olá Patricia. Bom, é difícil achar jogos da MLB disponíveis para assistir, pois eles são muito rígidos quanto ao “copyright”. Você pode assistir jogos completos no arquivo do site da MLB, mas para isso teria que ser assinante da MLB TV, pagando uma taxa anual. Pra baixar, você teria que procurar os jogos em torrents (como Shareaza por exemplo), mas tome cuidado com os vírus.

Acho que uma opção legal são os “condensed games” no próprio site da MLB. Eles são uma espécie de resumo dos jogos, com os momentos mais importantes da partida (e esses são de graça). Caso esteja interessada, separei esse jogo entre Texas Rangers e Saint Louis Cardinals na World Series do ano passado: http://mlb.mlb.com/video/play.jsp?content_id=19955919

Qualquer dúvida, não deixe de perguntar!
Abraço.

Jonatas Arruda
9 fevereiro 2012

Olá, parebens pelo blog muitobem feito e bem atualizado, continue assim.

Estou me interessando pelo Baseball agora e tou gostando xD, gostaria de saber por onde voce assiste o jogos? É pela ESPN?

Blog do Beisebol
9 fevereiro 2012

Olá Jonatas, primeiramente obrigado pelos elogios. É sempre bom saber que meu trabalho está agradando.

Bom, para assistir os jogos eu geralmente utilizo a internet mesmo. A MLB passa todos os jogos online mediante o pagamento de uma taxa anual. Ou ainda, existem sites que transmitem os jogos de graça (apesar de ser ilegal, confesso que as vezes assisto por esses sites também).

Abraço.

Lídia Rodrigues
16 março 2012

Olá, vou a San Francisco em Maio e queria levar meus filhos a um jogo do San Francisco Giants, vi no site do time que há jogos quase que diários , e tenho algumas perguntas que espero que vcs possam me ajudar (desculpe a ignorância no esporte): Por que os times jogam duas partidas em dias seguidos? Seria mais legal ir assistir com as crianças partida as 12:30 ou as 19:15? Qual a duração de uma partida? NA opinião de quem sabe qual jogo vcs indicariam, Giants*CArdinals (16 ou 17/5) ou Rockets (14ou 15/5)? É tranquilo comprar os tickets por internet?É um programa legal para crianças pequenas?
Obrigada pela atenção.

Blog do Beisebol
16 março 2012

Olá Lídia. Que legal ir para San Francisco.
Nunca fui à esta cidade, mas vou tentar ajudar mesmo assim.
Quanto à primeira questão, os times jogam realmente muitas partidas durante o ano. Isso ocorre porque, ao contrário de outros esportes, o beisebol não exige tanto do físico dos atletas. Além disso, é uma tradição do esporte (cada time joga 162 partidas por temporada!).

Sobre o horário dos jogos, eu particularmente prefiro o das 19:15, com o estádio iluminado o espetáculo fica ainda mais legal. Porém, como você estará com seus filhos e as partidas têm duração entre 2:30 e 3 horas, talvez fique um pouco tarde para as crianças. Além disso, nos jogos à noite, a torcida costuma ser um pouco mais agitada. Se as crianças forem muito novas, a melhor opção é ir no horário da manhã.

Nos jogos, você teria a opção de ver os Giants enfrentando os atuais campeões (Cardinals) ou um rival da mesma divisão (Rockies). Particularmente, escolheria Cardinals

É bem tranquilo comprar ingressos pela internet e com bastante antecedência. O lado bom disso é que você garante o lugar que quer e tem a facilidade de fazer tudo pelo computador. Mas, por experiência própria, comprar ingressos na bilheteria também é válido. Certa vez, em Los Angeles, pesquisei o preço pela internet e encontrei o ingresso que queria por $50. Decidi ir na bilheteria no dia do jogo e o mesmo ingresso estava $31. Como não está habituada a ir, seria melhor comprar pela internet e já ir tranquila para o jogo. Mas, caso queira comprar direto no dia da partida, também é uma opção válida.

Por fim, é um programão, mesmo para quem não entende muito do esporte. O estádio dos Giants (AT&T Park) é um dos mais bonitos que há. Fica ao lado do mar, tem uma vista maravilhosa. Opções de restaurantes não faltam, desde pizzas e hot-dogs até comida japonesa. É um programa bem familiar!

Obrigado pela visita. Mais dúvidas, é só perguntar.

Marcus Vinicius-Boa Vista Roraima
23 março 2012

Eu sou torcedor do Bravos de Margarita que é um time da VENEZUELA, queria que vocês amastracem os resultado da LVBP ( LIGA VENEZUELANA DE BEISEBOL PROFISSIONAL). vALEU!!!

Vinicius Lopes
2 abril 2012

Primeiramente queria dar meus parabéns pelo site agradecer pelo conteudo.Queria saber se existe algum site aonde posso assistir os jogos pela net gratuitamente?

Blog do Beisebol
2 abril 2012

Olha Vinícius, até existem sites sim em que alguns fãs compartilham a exibição dos jogos. Procure por “MLB stream” ou “Sports Streams” no Google e dê uma olhada.
Obrigado pelo elogio.
Abraço!

Vinicius Lopes
6 abril 2012

Gostaria de saber se por acaso já houve algum descendente de brasileiros que jogou na mlb?

Blog do Beisebol
7 abril 2012

Olha Vinicius, infelizmente nunca houve um brasileiro ou descendente jogando na MLB. Atualmente, os brasileiros que podem estar mais próximos de chegar à MLB são o catcher Yan Gomes (começou o ano no AAA do Toronto Blue Jays) e o outfielder Paulo Orlando (AAA do Kansas City Royals), que vinha muito bem, mas sofreu uma contusão.

Gabriel
17 abril 2012

Go Yakees Let’s Go!

Carla
8 maio 2012

Estou indo para Chicago e gostaria de assistir uma partida de baseball. Quais os melhores lugares na sua opinião?

Blog do Beisebol
8 maio 2012

Olá Carla.
Bom, em Chicago existem dois estádios. O Wrigley Field, casa do Chicago Cubs e o US Cellular Field, casa do Chicago White Sox. Se fosse para escolher um deles, iria a Wrigley Field. É um dos estádios mais tradicionais e “charmosos” que existe. Foi construído em 1914 e tem muita história agregada, ainda mais levando em conta a história da maldição dos Cubs que não vencem uma World Series a mais de 100 anos. Com certeza esse seria um belo passeio!

Carla
8 maio 2012

Anotadíssima dica. E quanto aos lugares na arquibancada? Quais devo escolher para assistir a uma partida?

Blog do Beisebol
9 maio 2012

Olha Carla,
o melhor lugar é atrás do home plate (lugar onde os jogadores ficam quando rebatem a bola), pois você fica com uma visão geral de tudo que acontece em campo e mais perto da ação. Mas, esse também é o lugar mais caro. Dependendo de quanto você estiver querendo pagar, vale a pena ficar um pouco mais longe do home plate e ficar nas primeiras fileiras do outfield. Você continua tendo uma visão boa. E nessa direção é onde os jogadores rebatem algumas bolas com frequência. Já pensou se você pega uma? Aí sim o passeio estaria completo.

Abraço!

Carla
11 maio 2012

Lugares comprados!!! Obrigada!!!

Blog do Beisebol
11 maio 2012

Ahh que legal! Aproveite bastante!

Danilo
4 junho 2012

Boa tarde,
Estou começando a me interresar por beisebol…porém como to iniciante estou com mtas dúvidas….estava visitando o site da MLB é lá verifiquei que existem quadro de estatísticas de cada jogador. Como funciona esses dados? Qual o significado das silgas?(ex: Ab,3b,SB, entre outras). E também sobre a posição dos jogadores que tem as siglas(P,C,LF entre outras)

desde já agradeço atenção e seu blog esta de parabéns…E o q percebi é sua agilidade em responder as dúvidas de geral o mais rápido possível. Fica aqui miha gratidão.

Blog do Beisebol
5 junho 2012

Olá Danilo!
Olha, nós temos uma página aqui no Blog, que fala sobre todo o glossário, com as principais siglas e expressões utilizadas: http://www.blogdobeisebol.com/glossario-expressoes-do-baseball/

Caso continue com dúvidas, poste novamente uma pergunta.

Abraço!

fabricio
13 junho 2012

Excelente blog.
Parabens.
Você sabe alguma loja on-line no Brasil que vende produtos da MLB? Pois o site da MLB é barato, mas o frete acaba inviabilizando a compra.

Blog do Beisebol
14 junho 2012

Olá Fabricio.
Olha, é difícil achar uma loja no Brasil e que tenha uma boa variedade de produtos da MLB. No máximo, você encontra os bonés dos times (e mesmo assim não são muitas opções). Creio que uma maneira de comprar seja pelo Ebay. Os vendedores costumam vender por preços parecidos com da MLB e o frete sai bem mais em conta.
Abraço!

Leonardo Alves de Sousa
17 junho 2012

GOOOO CARDS!!!

Guilherme
1 julho 2012

Estou indo a LA no início de Julho e vi que vai rolar um jogo Los Angeles Dodgers vs. Colorado Rockies…
a minha dúvida é que aparece o jogo em 3 dias…
como funciona??? os 3 dias tem jogo??? qual melhor dia para ir ?

SEG 06
TER 07
QUA 08

valeu!

Blog do Beisebol
2 julho 2012

Olá Guilherme!
Sim, são três jogos seguidos mesmo. Quanto ao melhor dia para ir, bom, aí depende de você. Segunda-feira com certeza é o dia mais tranquilo, com menos gente no estádio. Em compensação, na quarta-feira será a decisão da série, portanto deve ser o dia mais movimentado. Outro ponto a ser notado são os arremessadores. Caso seja dia do Clayton Kershaw (pitcher dos Dodgers) jogar, com certeza iria neste dia.

Basicamente é isso. De qualquer forma, ver o jogo na estádio é uma experiência única. Tenha certeza de que qualquer dia que você escolha valerá e muito a pena!

Marcos Vinícius pernambuco
12 julho 2012

Vamos cincinnati reds ser campeão João Vitor troca de time

Welington
30 julho 2012

Porque a globo num divulga esse esporte??? É só assistir uma vez e se viciar, e está na lista dos meus esportes favoritos.
Ps. Lista esta que não contém futebol “socker”.

Blog do Beisebol
30 julho 2012

Pois é Welington,
uma pena que o beisebol (e tantos outros esportes) não receba a devida atenção aqui no Brasil. Infelizmente, esse é um país de um esporte só…

Luisa
18 agosto 2012

gostaria de saber se é possivel assistir a algum jogo da liga entre o final de novembro e o começo de dezembro, de preferencia em tampa

Blog do Beisebol
19 agosto 2012

Infelizmente não é possível Luisa
Os jogos da MLB ocorrem de Abril até Outubro

Abraço

Iuri
11 setembro 2012

Olá, estou indo para NY semana que vem, e eu quero assistir ao jogo dos yankees contra o oakland, vou poder assistir a ultima partida no domingo 23/09, gostaria de saber qual o melhor lugar para assistir o jogo, bem como se fosse possível algumas dicas para eu não ter surpresa lá.

Desde já agradeço e parabéns pelo blog!

Blog do Beisebol
13 setembro 2012

Olá Iuri.

O melhor lugar é sempre atrás do home plate, pois é onde ocorre toda a ação do jogo (dá pra ter uma visão boa do rebatedor). Porém, são também os lugares mais caros e muito procurados, portanto pode ser difícil encontrar ingresso. Se não for possível, tente algum lugar no outfield, porém nas primeiras fileiras. A verdade é que, seja onde for, assistir o jogo no estádio é uma experiência única.
Se possível, tente chegar com antecedência no estádio. Antes do jogo ter início, os jogadores treinam rebatidas e várias bolinhas acabam indo para a torcida, portanto é uma chance de você ganhar um belo presente!

Bom, é isso aí cara. Boa viagem!

Ina Mendes
30 setembro 2012

Olá, primeiramente quero parabenizar o seu blog, muito bom trabalho!!
Comecei a acompanhar o mundo do Baseball a pouco tempo graças a um trabalho de faculdade, e estou muito encantada com esse esporte. Infelizmente no Brasil poucas pessoas tem a oportunidade de acompanhar o baseball!
Abraços!!

Blog do Beisebol
2 outubro 2012

Oi Ina!
Muito obrigado pelo elogio. Com certeza, o beisebol é um esporte fantástico. Espero que um dia ganhe um pouco mais de espaço aqui no Brasil.

Grande abraço!

Major
3 outubro 2012

Go Nationals

O campeonato tá ganho

Fernando
12 outubro 2012

Parabens pelo blog, resolveu muito das minha duvidas!
começei a acompanhar a pouco tempo e curti muito o esporte, queria saber se vc joga o Game da MLB e se é bom, vlw

Karina
18 outubro 2012

Muiito, mas muito bom seu blog…parabéns

minha cabeça está cheia de dúvidas, vou tentar expressá-las…rs

1. entendi que existe uma regra diferente, com relação ao rebatedores e arremessadores, entre a Liga americana e a liga nacional…isso não se transforma em desvantagem quandos times se enfrentam na grande Final?

2. ontem no jogo dos Cardinals x Giants começou a chover, pq não se pode ter jogo na chuva? (me sinto ignorante perguntando isso…vergonha)…as pessoas que estão assistindo o jogo ficam lá esperando até a chuva passar???? MEUDEUS

3. estava vendo uma transmissão mas não peguei inteira a explicação sobre os tipos de lançamento (bola rápida, bola com efeito) etc…dá pra vc colocar uma listinha com as expressões em inglês e as possíveis traduções?

4. quais as maiores rivalidades da MLB (tirando yankees x red sox)

obrigada!!!

Blog do Beisebol
18 outubro 2012

Olá Karina!

Vamos às respostas:

1) Na final, as regras que valem são de acordo com o time mandante. Nos jogos na casa do time da AL, ambos utilizam o rebatedor designado. Nos jogos na casa do time da NL, ambos colocam os pitchers para rebater. Então, na teoria, nenhum sai em desvantagem.

2) O principal motivo para o jogo não ocorrer na chuva é a bolinha, que acaba perdendo altura mais rapidamente. Primeiro que durante os arremessos, a água modificaria a bolinha e faria pressão para baixo, dificultando a vida do arremessador. A vida dos defensores também seria muito prejudicada, pois ficaria escorregadia. Quando a chuva é bem fraquinha, os juízes prosseguem com o jogo. Mas quando ela fica um pouquinho mais forte, eles são obrigado a interferir.

3) Prometo que vou tentar fazer essa adaptação na página do “Guia do Iniciante” ou montar um post sobre isso!

4) Muitos consideram que a rivalidade mais acirrada é San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers. Esse chega a ser caso de ódio mesmo. Dizem que a rivalidade é tão grande que se moveu de costa à costa dos EUA. Isso porque antes, os dois times eram do estado de Nova Iorque (New York Giants e Brooklyn Dodgers). Nos anos 50, os Dodgers se mudaram para Los Angeles. E, em seguida, os Giants acabaram mudando também para o estado da Califórnia, indo parar em San Francisco. Outra rivalidade bastante tradicional é entre Chicago Cubs e Saint Louis Cardinals. E também temos as rivalidade entre times do mesmo estado ou cidade, como Yankees e Mets, Cubs e White Sox.

Abraço!

Karina
19 outubro 2012

Obrigada pelas respostas, tem algum livro sobre o beisebol em português que vc possa indicar?

outra sugestão, um post sobre curiosidades (que não se referem as regras etc), por exemplo, numa das transmissões vi muitos torcedores e jogadores com a aba do boné virada, as flanelinhas nas mãos dos torcedores, ontem vi umas vassourinhas (essa eu entendi graças ao seu Blog!), e o que é que estes jogadores tanto mastigam…rsrrsrs

muuuito obrigada mesmo!!!!

abraços

Karina

Blog do Beisebol
20 outubro 2012

Olha Karina, livros em português eu não conheço nenhum para te recomendar. Há algum tempo atrás, li um chamado “Calico Joe”, mas na versão original em inglês. Se não estou enganado, a previsão era de que ele teria sua versão traduzida para o português lançada em outubro ou novembro. Tenta dar uma procurada que vale a pena sim!

E obrigado pelas sugestões. Pode ter certeza que vou fazer posts sobre esses temas sim, ainda mais agora que a temporada está acabando e teremos um longo período sem grandes notícias sobre a MLB.

Abraço!

Rafael
13 novembro 2012

Amigo, parabéns pelo excelente blog!! Estou super interessado pelo esporte e este blog esclareceu ainda mais as minhas duvidas.

Você pratica baseball?

Abs,

Blog do Beisebol
13 novembro 2012

Valeu pelas palavras Rafael.
Não, infelizmente não jogo. Queria muito poder jogar, mas falta tudo: tempo, pessoas, lugar…

Abraço!

Willian JC
23 janeiro 2013

Esse ano …é Dodgers!!!

fabiano
8 fevereiro 2013

eu queria saber quais são as 5 maiores torcidas da mlb , pois eu sou torcedor do los angeles dodgers e queria saber o tamanho de sua torcida

andressa
8 fevereiro 2013

eu quero fazer algumas perguntas

1 qual time de baseball voce torce ?

2 o baseball foi por muito tempo o esporte mais popular no usa porque foi ultrapassado pelo futebol americano ?

3 é verdade que o baseball esta perdendo popularidade nos eua e esta se tornando um esporte de velhos ?

4 os jogadores de baseball que jogam no brasil , vivem disso são profissionais ?

5 eu queria saber quais as chances da seleção mexicana vence world classic baseball ?

Felippe
17 fevereiro 2013

Ola, gostaria de saber em quais canais da TV paga, posso assistir a temporada da MLB, começei a jogar baseboll aquie em BH, no Parque ecologico, porem, nao posso ver meus times jogando, fico grato com sua resposta. LAdodgers. NY Yankes!!!!! hehee XD!

Maycon
3 março 2013

Ola! Parabens pelo blg e show! Uma duvida qual o intervalo de um jogo para outro? Sou brasileiro e gosto muito de futebol mas comecei a gostar de beisebol por causa de um jogo de videogame! Obrigado desde já! toronto \o/…

Blog do Beisebol
4 março 2013

Olá Maycon!
Geralmente, os times jogam diariamente durante a temporada regular. Quando eles têm que fazer viagens mais longas, daí os jogos ficam com intervalo de um dia.

Abraço!

Davi
24 março 2013

Comecei a entender esse esporte a pouco tempo,mas não tenho time para torcer, alguém pode me sugeri um?
menos os NY,não gosto dos NY apesar de que os NYY são um dos melhores….!

Mateus
10 abril 2013

Bom dia,

Tenho um dúvida que não consegui sanar de maneira nenhum. Já morri de “googlear” e não encontro nada…

Qual é o critério usado para considear uma equipe como National League ou American League?

Geograficamente há equipes muito próximas e cada uma faz parte de uma liga diferente. Há casos da mesma cidade, como New york, que tem um time na NL e outro na AL, Los Angeles a mesma coisa… isso me deixa completamente confuso.

Um abraço!

Ivo
10 abril 2013

Olá, tenho uma dúvida. No site do ESPN tem alguns jogos que estão marcados tipo “Yankees vs Red Sox” e tem jogos marcados tipo “Yankees @ Cleverland Indians” Qual é a diferença?
Vou colocar o site aqui, para você ver:

http://espn.go.com/mlb/team/calendar/_/name/nyy/new-york-yankees

Obrigado.

Nairton Boa Sorte
28 maio 2013

Gostei muito de seu site, mas estou com uma dúvida, estou começando a acompanhar por agora os jogos e acabei baixando um APP, mas quando fui ver os jogos, percebi que tem 3 jogos seguidos com o mesmo time. Ex: segunda, terça e quarta, na quinta, sexta e sábado já seria outro time. Como funciona esse enfrentamento? Não sei se ficou bem claro.

GRAZIELLA
17 junho 2013

Bom Dia! gostaria de saber se é possivel comprar ingressos para um jogo de baseball, na hora.
obrigada

Micael
30 junho 2013

Heeeey, gostaria de saber se há um título para o melhor time de sua divisão depois da Regular Season… Por exemplo, o New York Yankees foi o melhor time da Divisão Leste da Liga Americana na Temporada Regular, teve mais vitórias e menos derrotas, ele ganha um título por isso? Um trófeu? Enfim, desde já agradeço! Esse site tem me ajudado MUITO a entender o Baseball, gosto muito desse esporte, valeu xD

André
2 julho 2013

Nairton, na MLB os confrontos são divididos assim mesmo. O mais normal são as séries de 3 jogos mas existem também de 2 e 4 jogos. Isso ocorre porque, como há jogo quase todo dia, seria muito difícil ir pra um lugar diferente todo dia pra jogar.

Então por exemplo, os Red Sox recebem os Yankees em Boston numa segunda, terça e quarta, e quinta sexta e sábado vão até a Philadelphia jogar tres jogos contra os Phillies. Depois vão à San Diego jogar tres contra os Padres… e assim vai.

Micael
3 julho 2013

Cara, estou com uma dúvida que está me incomodando e não consigo solução em lugar algum…

Queria saber como é essa coisa de alguns times terem jogos a menos que outros… Tipo, um time jogou 150 partidas, e o outro jogou só 145 por exemplo… Por que uns times jogam mais que outros? Isso não é injusto? Quer dizer, é mais dificil meu time ter mais vitórias que o seu se eu joguei menos vezes que você…

Então é isso, queria saber porque uns times têm mais jogos que outros… Obrigado desde já…

Chick Corea

http://www.ejazz.com.br/detalhes-artistas.asp?cd=114

Oriundo de uma família musical, Armando Anthony Corea começou a tocar piano aos quatro anos e desde cedo escutava tanto os mestres do jazz como os mestres da música clássica. Iniciou sua carreira tocando com as bandas de Mongo Santamaria, Willie Bobo (1962-1963) e Blue Mitchell (1964-1966). Gravou seu primeiro disco como líder em 1966. De 1968 a 1970 tocou com Miles Davis, exatamente durante a célebre fase de transição para o jazz-rock, participando dos discos Filles de Kilimanjaro, In a Silent Way e Bitches Brew. Isso sem dúvida contribuiu para tornar seu nome mais conhecido. Ao deixar o grupo de Miles, Corea tocou por um breve período com o grupo de vanguarda Circle, formado por Anthony Braxton, Dave Holland e Barry Altschul. Em um dos primeiros discos de Corea para o selo ECM, intitulado A.R.C., de 1971, o grupo que toca é um trio: o Circle sem Braxton. Depois do Circle, Corea formou um dos grupos mais influentes do então emergente estilo fusion, o Return to Forever, que teve diversas formações entre 1971 e 1977, sempre com Stanley Clarke ao contrabaixo.

Entre meados dos anos 70 e meados dos anos 80, Corea esteve envolvido em diversos projetos diferentes: duos com o pianista Herbie Hancock (1978) e com o vibrafonista Gary Burton (1979), um quarteto acústico de jazz post-bop (Three Quartets, de 1981, com Michael Brecker, Eddie Gomez e Steve Gadd), gravações com conjuntos grandes (The Leprechaun, de 1975, My Spanish Heart, de 1976, e The Mad Hatter, de 1978), além de uma turnê reagrupando o Return to Forever em 1983. Em 1985, já no selo GRP, Corea formou um novo grupo de fusion, a Elektric Band, e um pouco depois a Akoustic Band. Em ambas as formações o contrabaixista era o jovem e brilhante John Patitucci.

Nos anos 90, Corea continuou produzindo uma obra diversificada, incluindo discos solo, um tributo a Bud Powell (1996) e um reencontro com Gary Burton (1997). Em 1992 Corea fundou seu próprio selo, o Stretch, que depois se tornaria uma subsidiária da Concord. Em 1998 formou um novo grupo acústico, o Origin, que estreou no clube Blue Note. O grupo conta com a presença de outro jovem e talentoso contrabaixista, Avishai Cohen.

O estilo de Corea é multifacetado, adaptando-se aos diferentes tipos de instrumento que utiliza – piano acústico, piano elétrico, teclados portáteis de tessitura reduzida, sintetizadores com muitos recursos. Não obstante, podemos tentar identificar alguns elementos predominantes. O fraseado de Corea é sempre nítido e bem delineado, claramente focalizado, mesmo nas passagens mais rápidas. Está literalmente repleto de síncopas, mormente nas execuções em estilo mais fusion. Também são características as progressões cromáticas ascendentes e descendentes. Os improvisos de Corea apresentam um fraseado complexo, possuindo uma verdadeira estrutura interna. Embora capaz de tocar passagens suaves, Corea em geral se revela um pianista de toque mais vigoroso do que um Bill Evans, por exemplo – de quem no entanto pode ser considerado um herdeiro no plano harmônico.

A técnica pianística de Corea exibe uma notável independência entre mão esquerda e direita, mas isso não exclui o uso freqüente de oitavas paralelas. No plano harmônico, não é raro encontrar quartas superpostas, bem como acordes politonais, isto é, formados pela superposição de dois acordes distintos. A ornamentação é sempre bastante elaborada – mais um traço que o aproxima de Evans. Uma boa introdução ao estilo de Corea é o ensaio que a pianista e professora universitária Monika Herzig publicou na Internet, intitulado “Chick Corea – A Style Analysis” (Chick Corea – Uma análise estilística). (Algumas das noções aqui expostas acham-se corroboradas naquele ensaio; algumas outras foram por ele sugeridas, dívida que com satisfação registro aqui.)

Chick Corea é, sem dúvida, um dos mais versáteis e técnicos pianistas da atualidade. Como se pode perceber pela discussão acima, o acervo de técnicas que ele utiliza em suas execuções denota um total domínio do instrumento. Além disso, dono de vasta bagagem musical, Corea mantém-se aberto às mais variadas influências, incluindo a música brasileira e latina. Também fez da alternância entre o piano acústico e os teclados eletrônicos um hábito constante. Estas duas últimas características, convém lembrar, valeram-lhe algumas críticas. No que se refere ao repertório, cabe destacar a onipresente “Spain”, tema composto em 1972 e que desde então vem reaparecendo na carreira de Corea sob as mais diversas formas – piano solo, grupos acústicos, grupos elétricos, big bands de fusion, arranjos sinfônicos – sem falar nas dezenas de versões feitas por outros músicos.

Numa tentativa de fazer um balanço da carreira de Corea, duas constatações de caráter geral são certas: primeiro, independente do estilo que estiver adotando num dado momento, ele sempre se cerca de músicos altamente competentes. Segundo, quer se esteja junto com aqueles que preferem o seu lado mainstream, quer com aqueles que preferem o lado fusion, a obra de Chick Corea é tão extensa e bem desenvolvida que inclui material mais do que suficiente para agradar fãs de ambos os lados.

(V.A. Bezerra, 2001)

Herbie Hancock

http://www.ejazz.com.br/detalhes-artistas.asp?cd=135

Herbert Jeffrey Hancock, juntamente com Chick Corea e Keith Jarrett, forma o triunvirato dos pianistas mais influentes da era pós-Bill Evans. Começou a estudar piano ao sete anos de idade, e aos onze já dava concertos como solista diante de uma orquestra sinfônica. Foi tocar com Donald Byrd em 1961, assinou com a Blue Note e lançou seu álbum solo de estréia em 1962. Em 1963 foi convidado por Miles Davis para fazer parte do famoso quinteto do qual participaram também Ron Carter, Tony Williams e Wayne Shorter. Herbie influenciou e foi influenciado por Miles. Ficaria com ele até 1968.

Durante esse período, Hancock continuou desenvolvendo sua carreira solo, compondo temas que fariam sucesso e criando a trilha do filme Blow Up, de Michelangelo Antonioni. Também foi migrando cada vez mais para o piano elétrico e os teclados eletrônicos. (Diz-se que a especial propensão de Hancock para usar a eletrônica na música se deve ao fato de ter estudado engenharia e gostar de engenhocas e botões.) Após sair do grupo de Miles, Herbie mergulhou, no início dos anos 70, mais do que nunca na fusion, no funk e na eletrônica. Discos como Head Hunters, de 1973, foram sucessos estrondosos. No entanto, Herbie nunca chegou a abandonar inteiramente o jazz acústico. Prova disso é o grupo V.S.O.P., que no Festival de Newport de 1976 reuniu os integrantes do quinteto de Miles, com Freddie Hubbard ocupando o posto de trompetista. (Essa formação continuou se reunindo esporadicamente até a morte de Williams, em 1997.) Em 1978 Hancock fez duos com Chick Corea que resultaram no celebrado disco Corea Hancock. Em 1995, faria duos com a pianista brasileira Eliane Elias.

Duarnte os anos 80 e 90 o versátil Hancock continuou atirando em várias direções. Continuou alternando a fusion de influência funk com o jazz acústico moderno, fez trilhas para filmes (como Round Midnight, de Bertrand Tavernier), aproximou-se do pop, do R&B e da música africana, emplacou vídeos na MTV. Mesmo em contextos tão diversos, Herbie sente-se em casa, e continua criando sua música multifacetada com competência.

(V.A. Bezerra, 2001)

Wayne Shorter

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Compositor e saxofonista, Wayne Shorter é considerado um dos mais influentes músicos do jazz moderno. Nascido no dia 25 de agosto de 1933 em New Jersey, freqüentou a NYU, onde se graduou em artes. Por um curto período, antes de entrar para o exército em 1956, Shorter toca na banda de Horace Silver e, ao sair de lá, excursiona com a Big Band de Maynard Ferguson. No mesmo ano entra para os Jazz Messengers de Art Blakey, onde permanece por cerca de quatro anos, ganhando maior notoriedade e recebendo o prêmio de Saxofonista Revelação da revista Down Beat.

O ano de 1964 foi especialmente prolífico para Shorter, que gravou três obras-primas do jazz – Night Dreamer, Ju Ju e Speak no Evil – antes de deixar os Jazz Messengers para juntar-se à segunda formação do quinteto de Miles Davis, que contava ainda com a participação de Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams.

Wayne Shorter é considerado por muitos a amálgama desta legendária formação, da qual faria parte até 1970. Improvisador de grandes recursos, passou a ser o saxofonista mais destacado dentro da cena jazzística depois da morte de John Coltrane. Em 1970, sai para formar a espinha dorsal do grupo Weather Report junto com o pianista e tecladista austríaco Joe Zawinul, com quem já havia tocado na orquestra de Maynard Ferguson. Shorter permanece no Weather Report até 1985, e nesta época sua fama já extrapolava os meios jazzísticos, o que o levou a participar de álbuns de músicos pop como Joni Mitchell e Steely Dan.

Seu disco solo de 74, Native Dancer, é considerado um clássico e conta com a participação de grandes músicos, como os brasileiros Milton Nascimento e Airto Moreira alem de Herbie Hancock. Participou do filme Round Midnight e da respectiva trilha sonora (que deu o Oscar a Hancock), onde toca ambos os saxofones.

Seja em sua carreira solo ou junto ao Weather Report, Shorter ajudou a redefinir novas fronteiras musicais, adicionando ao jazz elementos da música clássica, do rock e sons eletrônicos. Exceto por alguns curtos períodos de descanso, Shorter tem excursionado com bastante freqüência mundo afora e como outros grandes do jazz tem revelado jovens talentos. Não se deve esquecer o fato de que Shorter é também um grande compositor de temas, que se tornaram verdadeiros standards do jazz moderno.

(FJ / VAB)

McCoy Tyner

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O pianista McCoy Tyner ficou famoso como companheiro de John Coltrane em sua grande viagem sonora, como integrante do mítico quarteto de 1960 a 1965. Tyner nasceu e cresceu em Filadélfia e estudou piano de maneira sistemática por vários anos desde muito jovem. No início da carreira, deixou-se influenciar por Bud Powell, Thelonious Monk e Art Tatum, porém logo desenvolveria um estilo próprio. Ainda adolescente, em 1959, trabalhou seis meses com o Art Farmer-Benny Golson Jazztet e em seguida juntou-se a Coltrane. Estando ainda com Coltrane, começou a gravar discos sob seu próprio nome. É interessante notar que, mesmo após deixar o inesquecível quarteto, a carreira de Tyner não foi um anticlímax, como se poderia suspeitar depois de ter participado de uma aventura sonora de tal magnitude. Ao contrário, seu prestígio continuou crescendo. Seu estilo se tornou talvez mais extrovertido, mais desenvolto – devido, possivelmente, ao fato de não estar mais à sombra de um gigante (ainda que Coltrane jamais negasse a seus colaboradores plenas condições de se expressar individualmente). Mas o importante é que a marca registrada de Tyner – o uso magistral dos acordes – permaneceu.

Os acordes de mão esquerda de Tyner estão longe de constituir mero acompanhamento. Graças a um grande conhecimento das potencialidades acústicas do piano e a uma concepção harmônica incomparavelmente avançada, Tyner usa os acordes para conduzir a ação, para estabelecer as linhas mestras. Os acordes são protagonistas, não coadjuvantes. Outra característica marcante é que, ao contrário de muitos pianistas, à medida que o desenvolvimento de um improviso se encaminha para seu clímax, Tyner não começa a congestionar o espaço sonoro com um frenesi de notas rápidas, sugerindo um extravasamento emocional. Ao contrário, ele começa a jogar cada vez mais com grandiosas e sofisticadas seqüências de acordes em ambas as mãos, deixando-os soar plenamente, valorizando suas ressonâncias. Os solos de Tyner freqüentemente seguem um padrão de desenvolvimento que, ao contrário do usual, vai do exuberante ao extático (e apenas falsamente es-tático). É como se Tyner julgasse que a máxima dramaticidade há de ser obtida pela máxima introspecção, pela máxima concisão.

(V.A. Bezerra, 2001)

Ron Carter

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Ron Carter é um dos mais admirados e respeitados contrabaixistas da atualidade. De acordo com os sítios da gravadora Blue Note e dele próprio, Carter figurou em mais de 3000 gravações (!) como sideman (acompanhante), além de gravar mais de 50 álbuns como líder. Começou a carreira tocando no quinteto de Chico Hamilton. Tocou no quinteto de Miles Davis de 1963 a 1968, na notável formação “moderna” que incluía também o pianista Herbie Hancock, o baterista Tony Williams e o saxofonista George Coleman (substituído depois por Wayne Shorter). A lista de grandes nomes com os quais tocou inclui Tommy Flanagan, Gil Evans, Bill Evans, Dexter Gordon, Wes Montgomery, Eric Dolphy, Don Ellis, Cannonball Adderley, Mal Waldron, Thelonious Monk, George Benson, Sonny Rollins, McCoy Tyner, Freddie Hubbard, Cedar Walton, Jim Hall, George Duke, Lena Horne e Aretha Franklin.

Dono de uma vasta cultura musical, o versátil Carter trabalhou dentro de variados estilos musicais: jazz-rock, experimentos em música erudita de câmara, jazz mainstream, música de influência brasileira, etc. Em todos esses gêneros, e com as mais diferentes formações, Carter imprime sua marca: som encorpado, rico timbre “de madeira”, afinação perfeita, improvisos bem desenvolvidos, swing impecável.

Tendo começado na juventude a estudar música com o violoncelo, mesmo passando para o contrabaixo Carter não deixou de lado o apreço pela tessitura aguda dos instrumentos graves: assim, freqüentemente ele troca o contrabaixo convencional pelo contrabaixo piccolo, que toca com a mesma técnica impecável. Outro aspecto interessante é que, quando toca como líder, Carter às vezes recruta outro contrabaixista para fornecer uma base rítmica sólida enquanto ele se lança em solos mais aventurosos.

Recebeu prêmios Grammy, e também prêmios do Detroit News, da National Academy of Recording Arts and Sciences e da revista Down Beat. Graduado, mestre e doutor em música, Carter também tem uma sólida carreira como professor, educador e regente. É atualmente Distinguished Professor of Music no City College of New York. Também compôs diversas trilhas sonoras para cinema.